Jornalista e poeta brasileiro. Nascido no Crato-Ceará. O nome foi em homenagem ao craque do Fluminense conhecido como “Diabo Loiro”. Cresceu escutando os hinos do Fluminense, a “Máquina Tricolor” dos anos 70, se engraçou com o Fortaleza nos anos 80, mas encontrou seu amor clubístico definitivo e irrevogável quando encontrou o Santa Cruz Futebol Clube. Trabalhou em diversos jornais e revistas, viajou um bocado, publicou três livros (Zé, 1998; Clamor, 2003 e Estuário, 2006).
