Roger Machado Marques conseguiu uma carreira consolidada tanto como atleta quanto treinador. Relevado pelo Grêmio em 1994, o ex-lateral-esquerdo tornou-se multicampeão pelo clube gaúcho. Entre outros, acumulou três Copas do Brasil (1994, 1997 e 2001), um Brasileiro (1996), uma Libertadores (1995) e uma Recopa Sul-Americana (1996). Após passagem pelo Vissel Kobe-JAP, o ídolo gremista brilhou por outro tricolor, o carioca. No Fluminense, fez o gol que garantiu a Copa do Brasil (2007).
Investindo na carreira de treinador, já conquistou quatro títulos estaduais: mineiro pelo Atlético-MG (2017), baiano pelo Bahia (2019 e 2020) e gaúcho pelo Grêmio (2022). Ciente das dificuldades enfrentadas por técnicos negros, Roger assumiu um papel fundamental na luta antirracista. Seus discursos, entrevistas e ações denunciam o racismo no Brasil, bem como valorizam o protagonismo negro. Além de apoiar o Observatório da Discriminação Racial no Futebol, lançou um projeto para publicar 50 livros de escritores negros, denominada “Diálogos da Diáspora” que, devido ao grande sucesso, está na terceira edição.








