Data de fundação
14/06/1992
Histórico do local
Inaugurado em 14 de junho de 1992, o Museu Histórico da Associação Portuguesa de Desportos nasceu da iniciativa de guardar, catalogar e expor todo o material de interesse histórico ou conquistado em campeonatos pelo time da Portuguesa. O espaço conta com uma grande variedade de objetos, como troféus, flâmulas, álbuns fotográficos, reportagens, camisas, documentos, atas, pôsteres, plantas, assembleias gerais, entre outros objetos históricos e souvenirs. Parte desse acervo foi adquirida por meio de doações de torcedores e sócios do clube, enquanto outras peças foram compradas de colecionadores pelos mantenedores.
O Dr. Eduardo de Campos Rosmaninho juntamente com o Dr. Oswaldo Teixeira Duarte – sócios com passagens pela diretoria do clube – foram os principais responsáveis pela formação do espaço. Hoje, Vital Vieira Couto cuida do legado deixado por seus antecessores e amigos. Todos eles cresceram e acompanharam diferentes fases do time – ascensão e queda – e fizeram do espaço do clube um local de perpetuação de suas histórias: das modalidades esportivas representadas pela Lusa, de seus dirigentes e da aquisição do espaço físico da sede até concluírem o Estádio do Canindé.
Para narrar os desdobramentos da formação do clube, o Museu Histórico foi dividido em 3 ambientes e fases históricas, referentes aos endereços de transição da sede do clube da Portuguesa: Cambuci (1920-1940); São Bento (1940- 1955); Canindé (a partir de 1956). Vital recebeu a equipe de pesquisadores e deu início à visita que está acostumado a receber aos sábados, utilizando-se da organização cronológica do acervo para orientar o seu percurso e discurso junto ao visitante. Ele contou que geralmente atende escolas, pesquisadores e curiosos por futebol – entusiastas de todos os times.
Descrição das instalações
Semelhante ao espaço ocupado pelo Museu do Futebol, o memorial da Portuguesa – também identificado como Sala de Troféus em uma placa –, localiza-se sob a arquibancada do ginásio de esportes do clube. O vão foi aproveitado para a organização e distribuição dos cerca de 3 mil objetos do acervo: alguns sobre prateleiras e armários de madeira, outros cobertos de vidros ou armazenados em caixas de papelão sobre um carpete azul. A contagem dos objetos não se refere à hemeroteca – é possível apenas calcular a imensa quantidade de materiais dessa natureza, empilhados nos espaços ainda vazios do museu, ou mesmo encaixotados e guardados na casa de seus organizadores.