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Instituição

Mancha Alviverde


Instituição

Mancha Alviverde


O vilão da Disney Mancha Negra foi a fonte de inspiração para o nome de uma das maiores torcidas organizadas do Palmeiras, a Mancha Alviverde. Fundada em 1983 a partir da junção de três torcidas palmeirenses (Grêmio Alviverde, Império Verde e Inferno Verde), teve como primeiro nome “Mancha Verde”. Por decorrência de uma briga entre torcedores das torcidas Mancha Verde e Independente em um jogo entre São Paulo e Palmeiras realizado no Pacaembu no ano de 1995, que teve como consequência a morte de um torcedor são-paulino e mais de 110 feridos, a Mancha foi proibida de frequentar estádios de futebol, e seu nome foi extinto juridicamente. No entanto, a torcida manteve muitas de suas atividades, principalmente as vinculadas ao carnaval. Em 1997, integrantes da então extinta Mancha Verde se reorganizaram para fundar uma nova entidade que reagrupasse os torcedores da Mancha que foram proibidos de irem aos estádios com artefatos (camisas, bandeiras, instrumentos de bateria) da Mancha Verde. Surgiu então a Mancha Alviverde.


Data de fundação

1983

Histórico do local

A Torcida Organizada Mancha Alviverde foi fundada em 1983, da fusão de três torcidas do Palmeiras: Império Verde, Inferno Verde e Grêmio Alviverde. Foi extinta em 1996, por decorrência de uma briga no Pacaembu envolvendo as torcidas “Mancha Verde”, do Palmeiras, e “Independente”, do São Paulo, pela extinta Supercopa de Futebol Junior, onde 110 pessoas ficaram feridas e um torcedor são-paulino morreu. Para retomarem suas atividades nos estádios de futebol e conseguirem também driblar a decisão jurídica de proibição da presença da Mancha Verde nos estádios, a solução encontrada foi mudar o nome para Mancha Alviverde, isso em 1997. Enquanto a torcida ficou proibida de frequentar os estádios, o bloco carnavalesco da então Mancha Verde foi o que restou do ponto de encontro que os torcedores de futebol tinham em comum, e o que permitiu ser uma “válvula de escape” àqueles tempos difíceis. Quem contou essa história foi Marcos Ferreira, 29 anos, empresário, que integra a Mancha Alviverde há 14 anos e é o atual presidente da torcida. Marcos preside a Mancha desde 2012, sendo que em 2009 foi vice de André Guerra, que por sua vez presidia a torcida desde 2008.

Marcos Ferreira recorda que foi na adolescência em que seus vínculos se estreitaram com a torcida, em um momento em que é comum à vida de muitos adolescentes a busca de traços mais firmes que contribuam para a construção de sua identidade. Uma associação que estivesse diretamente vinculada ao seu clube de futebol, onde fosse possível fazer festa, cantar, vibrar, foram os principais atrativos que a Mancha exerceu sobre Marcos Ferreira. Sua filiação ao Palmeiras deve-se principalmente por influência dos primos mais velhos. Marcos Ferreira jogou em alguns clubes de várzea, como o “Sport Clube Juventude” e outros da região em que ele morava e ainda mora, nas imediações da Santa Ifigênia, bairro da região central de São Paulo. Com 14 anos, tendo que trabalhar, estudar, jogando por times de várzea, e começando a se envolver cada vez mais com a Mancha, Marcos Ferreira teve que optar em priorizar algumas atividades em sua vida. Foi então que a Mancha foi eleita como prioridade, em detrimento inclusive de compromissos familiares como aniversários, casamentos, dias dos pais, das mães…

Sede própria

Sim

Descrição das instalações

A sede da Mancha Alviverde localiza-se em uma rua próxima ao Estádio do Palmeiras, no bairro de Perdizes. A casa é facilmente identificada em razão da vitrine da loja da torcida que vende artigos para torcedores.

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