Por falta de sorte (jogava na Itália em 1958 e contundiu-se em 1962), não chegou a participar das duas Copas ganhas pelo Brasil. Mesmo assim – veloz, notável drible curto, criativo, chute forte – impôs-se como o mais completo ponta-direita do Brasil e um dos melhores do mundo. Campeão e ídolo na Portuguesa de Desportos, na Fiorentina da Itália e no no Palmeiras. Uma de suas atuações mais espetaculares, foi com a camisa da Seleção Brasileira no Maracanã em 1959, quando transformou as vaias, por jogar no lugar do campeão do mundo Garrincha, em uma das maiores ovações já ouvidas num estádio de futebol.






