Jornalista gaúcho, trabalhou como redator, repórter, diagramador, ilustrador, entre outras atividades. Em 1951 envolveu-se na política, tendo sido eleito vereador em Porto Alegre (RS). Depois foi chefe de gabinete de João Goulart na Secretaria de Justiça do Rio Grande do Sul e diretor da Agência Nacional, sendo demitido após o Golpe de 1964. Voltou aos jornais, tendo trabalhado na Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil, Zero Hora e Correio do Povo. Paralelamente desenvolveu a carreira de romancista, tendo ganhado projeção nacional através de obras como “A Ferro e Fogo” (1972), “Os tambores Silenciosos” (1977), “Camilo Mortágua” (1980), entre outros.
Faleceu aos 65 anos, vítima de câncer no intestino.
