Ilustrador, começou a carreira aos 15 anos, no jornal A Liga, no Rio de Janeiro, da Liga Camponesa. Com o Golpe de 1964 e fechamento do jornal tornou-se alfaiate, mas por pouco tempo. Acabou contratado pela EBAL, uma das principais editoras de gibis do país. Na década de 1970 voltou a colaborar com a imprensa alternativa, como os jornais Opinião, Pasquim e Movimento, aliás, foi um dos fundadores deste último. Isto fez com que fosse preso e interrogado várias vezes pela polícia, por isso viveu um curto período fora do Brasil. Ao retornar foi colaborador das revistas IstoÉ, Veja e jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo. Também trabalhou 12 anos na Editora Ática, onde ilustrou vários títulos da Série Vaga-Lume, coleção voltada para os jovens, incluindo os clássicos de Marcos Rey “O mistério do cinco estrelas” e “Um cadáver ouve rádio”.
