Segundo Ana Ramalho, o estudo aponta para a produção de um novo processo de reconfiguração urbana, na qual a gentrificação, a violação aos direitos humanos e o padrão de exceção marcado pelo poder público são centrais; produção de um novo padrão de governança empreendedorista na metrópole, associado ao processo de neoliberalização das cidades; produção da elitização do futebol, interferindo na cultura do futebol pernambucano e dificultando o acesso ao esporte; e que o modelo de cidade advinda da Copa em Recife busca consolidar uma nova imagem da cidade, para atender aos interesses imobiliários e, consequentemente, criar-se uma nova dinâmica urbana. Para acessar clique aqui




