Adilson Taipan é uma dessas figuraças que a gente não encontra mais dando sopa por aí. É botafoguense, “pai” da cadela alvinegra Jujú e poeta. Não necessariamente nesta ordem.
Poeta, é dos bons. Poeta do povo, um cara popular e simples, desses que entram em qualquer boteco pra almoçar, vestido de Botafoguense da cabeça aos pés, com uma sacola à tiracolo, cheia dos seus livros para vender. Você compra, abre… e se encanta.
Pois não é que Taipan é desses poetas intuitivos, não-acadêmicos, geniais, que fazem cair o queixo quando abrem a boca? E quando ele resolve declamar seu amor ao Botafogo, ao futebol e, claro, às mulheres, nas ruas ao lado do Engenhão? É um acontecimento! Junta gente pra ouvir!

