Os raios fúlgidos da Estrela Solitária certamente inspiraram o poeta Adilson Taipan nesta ciclópica tarefa de traduzir em poesia a gloriosa trajetória deste formidável clube chamado Botafogo.
Como um garimpador da memória Adilson vai nos primórdios da história do Clube revivendo uma infinidade de personagens vultuosos como Dinorah, Flavio Ramos, Nilo Murtinho Braga, Heleno de Freitas, Quarentinha, Pampoline, Paulo Valentim, João Saldanha e outros. Que desfilam nos poemas junto com superstições e lendas amplificadas pelo mítico Carlito Rocha e seu inseparável Biriba.
Não podia faltar nesta galeria personagens como Nilton Santos, Garrincha, Didi, Zagalo, Manga, Jairzinho, Marinho, Paulo César, Rogério, Gérson, Nei Conceição, que abrilhantam o Botafogo e a Seleção Brasileira. A história deste Clube é uma verdadeira epopeia, que marca o futebol nacional e mundial. O Botafogo ainda é o clube que mais cedeu jogadores para a nossa Seleção.
Os títulos, tragédias e superstições continuam hoje, num Botafogo contemporâneo, místico e centenário, com Chicão, Paulinho Criciúma, Maurício, Mazolinha, Sérgio Manuel, Túlio e Wagner. Nesta epopéia não faltam títulos, conseguidos com talento, suor e raça, envolvendo funcionários, jogadores, técnicos e dirigentes, com histórias de agora. Salve Carlos Roberto, Dodô, Bebeto de Freitas, Montenegro, Lúcio Flávio, Zé Roberto…
Não é de hoje que o Glorioso merecia uma homenagem destas: sua história contada em versos, no ritmo da paixão, por Adilson Taipan.

