Halbwachs constrói uma notável distinção entre a “memória histórica”, de um lado, que supões a reconstrução dos dados fornecidos pelo presente da vida social e projetada no passado reinventado; e a “memória coletiva”, de outro, aquela que recompõe magicamente o passado. Entre essas duas direções da consciência coletiva e individual desenvolvem-se as diversas formas de memória, cujas forma mudam conforme os objetivos que ela implicam.

