Foi uma década em que a Rua Ferrer produziu craques a granel. A cada temporada, aparecia um novo valor. Zagueiros clássicos como Cláudio, Itália, Brilhante, Domingos da Guia. Um center-half genial como Fausto dos Santos. Ou atacantes goleadores como Ladislau, Bahiano e Barcellos. Isso fez o Bangu ficar conhecido como “celeiro de craques”. Se todos eles tivessem jogado juntos numa mesma temporada – sem ceder aos assédios dos outros clubes (especificamente do Vasco) -, o Bangu teria o melhor elenco do Rio de Janeiro. Mas, numa década em que o “ás da pelota” – como um bom jogador era chamado – passou a perceber sua importância, o time operário perdia valores e era obrigado a renovar algumas posições de seu plantel a cada início de ano. Uma versão parcial pode ser conferida aqui.





