O autor reúne em sua obra a história de 140 brasileiros que se naturalizaram para defender seleções de outros países, além de diversos casos curiosos sobre o assunto. São relatos de superação, de esperança e até de agonia de boleiros com e sem identificação com seus novos países. Nomes conhecidos como o do “italiano “Filó, o “espanhol” Diego Costa, ao lado dos menos famosos “polonês” Tales Shcütz, o “bielorrusso” Renan Bressan ou do “búlgaro” Lúcio Wágner, ao todo 34 países de todos os continentes, inclusive, com direito a naturalização em massa em países como Togo, Guiné Equatorial e Timor Leste.
Há também espaço para casos especiais, como os de gringos que conseguiram a cidadania brasileira, de brasileiros que nasceram no país, mas que são filhos de estrangeiros ou se mudaram muito cedo, e até mesmo de gringos que defenderam a camisa amarela, mesmo que por pouco tempo, além de brasileiros que não chegaram a adotar uma nova nacionalidade.

