Em 1974, após um longo período como colaborador de O Estado, iniciou, o autor, a pedido de entusiasmado torcedor do Figueirense, a série de artigos, intitulada: “Crônica de Escanteio”.
Foi uma experiência que ele próprio reputou como “curiosa”, pois acabou ganhando impressionante aceitação popular, muito mais do que havia imaginado.
Introduzia, em suas crônicas, ângulos diferentes, colocações surpreendentes, com frequentes ingressões de erudição. Ao contrário de afastar o público, cativou leitores dos recintos palacianos, das platéias universitárias, das arquibancadas e gerais.
Pretendeu ser um cronista a serviço dos alvi-negros. Como ele mesmo afirmou… “o fracasso foi total”. Acabou aplaudido até pelo avaianos. Este livro, escrito nas entrelinhas das atividades do autor é, pois, uma proposta capaz de agradar a gregos e troianos.

