A autora analisa as torcidas organizadas não apenas como símbolo de uma nova maneira de torcer, mas também como exemplo/emblema do fenômeno da tribalização, que se relaciona com a despolitização presente nas gerações pós-década de 1960. Ao incorporarem novos padrões éticos e estéticos, estes grupos não apenas recriam novas redes de sociabilidades como também novos padrões de violência, que se apresentam sob uma forma estetizada.

