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Democracia corintiana: a utopia em jogo


Clube; Futebol; História; Política

Democracia corintiana: a utopia em jogo


Clube; Futebol; História; Política

Em 1982, após 18 anos de ditadura e décadas de mandonismo nos esportes, o Parque São Jorge, sede do Corinthians, respirou ares de liberdade. Uma experiência liderada por Sócrates, diversos outros jogadores e a diretoria do clube tornou-se a grande novidade futebolística do ano: a Democracia Corintiana. Ao se completarem os 20 anos daquela que foi a mais importante mobilização de atletas na história do futebol brasileiro, a experiência ganha o seu primeiro registro literário.
Escrito a quatro mãos por Sócrates e Ricardo Gozzi, “Democracia Corintiana” resgata os eventos em torno de um movimento que mesclou aspectos políticos, sociais, culturais e esportivos. Enquanto Sócrates recuperou suas memórias do Corinthians democrático, Gozzi tratou de pesquisar o contexto histórico do movimento e entrevistar seus mais destacados protagonistas para montar este livro repleto de histórias surpreendentes.


Suporte

Papel

Número de páginas

183

Dimensões

14 x 21cm

ISBN/ISSN

9788575590218

Série e volume

Pauliceia

Sumário

Apresentação (Juca Kfouri) p. 11

Nasce uma democracia p. 15

A semente da democracia -Ascensão e queda de um ditador. Time desmotivado fracassa em campo em 1981 p. 23

O representantes do povo – Waldemar Pires é eleito presidente. Fracasso no Paulistão empurra o Corinthians, para a Taça de Prata p. 39

Quando as mudanças começam – Adílson Monteiro Alves e Mário Travaglini chegam ao Corinthians p. 55

A democracia entra em vigor no Parque São Jorge – A volta por cima no Brasileirão em 1982. A simplicidade e a eficácia da administração democrática p. 65

A democracia em ação – Washington Olivetto “percebe o termo Democracia Corinthiana. Sem dar atenção à Copa dos Campeões, Corinthians cai na primeira fase p. 79

Liberdade, responsabilidade e títulos – Democracia conquista seu primeiro título p. 97

A oposição à democracia – Chegada de Leão tumultua o ambiente no Corinthians p. 109

Autogestão – Corinthians começa bem no Brasileirão, mas perde o passo no fim do campeonato. Corinthians busca o bicampeonato paulista. Pressionado, Leão garante Corinthians na final p. 117

A saída de Sócrates fragiliza a Democracia Corinthiana – Em 1984, Corinthians volta a deixar escapar por pouco seu retorno à Libertadores p. 133

O desentendimento com Jorge Vieira – Sócrates despede-se do Corinthians longe de sua torcida. Corinthians deixa o tricampeonato escapar p. 141

As lições da Democracia Corinthiana – O fracasso de um supertime. A importância do trabalho psicológico. Títulos: o combustível da Democracia Corinthiana. Os méritos da Democracia Corinthiana p. 153

De olho no futuro p. 177

O poder que emana do povo p. 181

Bibliografia p. 183.

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