Primeira árbitra do Brasil, fez o curso de arbitragem da Federação Mineira de Futebol em 1967, mas não foi diplomada por intervenção de João Havelange, presidente da CBD, que era contrário à presença das mulheres no futebol. Léa ainda apitou vários jogos clandestinamente, mas só conseguiu exercer legalmente a arbitragem a partir de 1971, após pedir ajuda diretamente ao então presidente do Brasil, General Emílio Médici.
Léa apitou até 1974, quando afastou-se devido às sequelas deum acidente de ônibus, mudando-se para os Estados Unidos para tratamento e onde fixou residência permanentemente desde então.



