Contemporâneo de Domingos da Guia, mas a sua popularidade foi além. Artilheiro da Copa de 1938, era malicioso, ágil, elástico (Homem de Borracha, segundo a imprensa francesa), ótimo driblador e finalizador. Consagrou a “bicicleta”, sua marca registrada. Campeão por todos os clubes que defendeu, no Rio e em São Paulo, de 1934 a 1949. Nenhum outro teve prestígio igual em seu tempo, quando ganhou outro epíteto: Diamante Negro.









