Data de fundação
12/04/1915
Histórico do local
Fundado com o nome Sociedade Recreativa Campinense Club, inicialmente como clube de dança e lazer. Seu primeiro time de futebol foi montado em 1917, e logo foi desfeito três anos depois. Somente em 12/03/1954 as atividades esportivas competitivas retornaram sob o nome de Centro Esportivo Campinense Clube. Em 1955 o futebol estreou no campeonato da Liga Campinense, ficando com o vice três vezes seguidas (1955, 1956 e 1957), o que serviu de incentivo para voos mais altos. O Campinense aderiu ao regime profissional e em 1960 estreou no Campeonato Paraibano, conquistando um inédito e inigualável hexacampeonato, seis vezes consecutiva campeão paraibano entre 1960-1965. E o próprio Campinense Clube (adotou o nome em 1963) foi quem mais se aproximou de repetir o feito, com um pentacampeonato paraibano entre 1971-1975.
As décadas de 1980 e 1990 forma bem menos orgulhosas para o Campinense, que ficou dois períodos de onze anos na fila, culminando ainda com o afastamento do clube das competições oficiais em 1996-1997, quanto a criou uma liga de futebol considerada pirata pela Federação Paraibana e pela CBF. Para superar a crise, em 2002, o Campinense aderiu ao futebol-empresa, criando o Centro Esportivo Profissional do Campinense Ltda., que é gerido pela Celetiva.
Fora da Paraíba, o Campinense disputou seu primeiro torneio nacional em 1961, a Taça Brasil, sendo eliminado na segunda fase. Em 1972 foi vice-campeão brasileiro da 2ª Divisão e 1975 foi o primeiro time da Paraíba a disputador o Campeonato Nacional. E repetiu o pioneirismo em 2008, quando tornou-se o primeiro time paraibano a disputar o Campeonato Brasileiro da Série B. Mas sua maior conquista foi a Copa do Nordeste, conquistada em 2013, com duas vitórias sobre o ASA de Arapiraca.
O Campinense tem as cores vermelha e preta, por isso é chamado de Rubro-Negro Paraibano. Tem como mascote a raposa, adotada em fins da década de 1960, como provocação ao Treze, seu grande rival, conhecido como Galo da Borborema, na natureza o galo é a presa da raposa. Aliás, por causa desta rivalidade, conhecida como “Clássico dos Maiorais”, o Campinense não utiliza em nenhum jogo a camisa número 13.