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Instituição

Operário de Várzea Grande


Instituição

Operário de Várzea Grande


O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense, de Várzea Grande (MT), foi fundado por um jornalista. Possui como sede o estádio Dito Souza e suas cores representativas são: verde, vermelho e branco. O clube mais antigo da cidade tem como símbolo um chicote.


Data de fundação

01/05/1949

Histórico do local

Com o esporte em ascensão, o jornalista Rubens dos Santos criou o clube, que contava com uma seleção dos melhores jogadores da cidade. As primeiras camisas do time foram dadas pelo bispo Bom Antônio Aragão e o primeiro jogo foi contra o Palmeiras (MT).
Já na década seguinte, o time, ainda no amadorismo, conquistou o primeiro tricampeonato (53, 54 e 55).
Sob a presidência de Rubens Santos, em 1958, o Operário foi profissionalizado ao entrar para a Federação Mato-Grossense de Desportos (FMD). Nos anos seguintes, foi campeão mato-grossense quatro vezes, antes da divisão do estado em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, através de uma lei que entrou em vigor em 1979. Após isso, voltou a conquistar o estadual somente em 83.
Em 1974, o presidente Rubens dos Santos, que ficou um tempo de fora, voltou e novos talentos foram revelados, como o goleiro Paulo Vítor. Na década de 80, o presidente saiu do clube e uma fase ruim começou com um longo período sem títulos. Finalmente, em 95 foi bicampeão estadual, mas a conquista não foi o suficiente para livrar o Chicote da Fronteira da crise financeira e o time precisou se afastar da competição.
De forma estratégica e para não perder a vaga na competição, criou um novo clube com o nome Esporte Clube Operário, que apresentava as mesmas cores, símbolos e hino. O E.C. Operário surgiu sem dívidas, com muito investimento e, no período em que se manteve ativo conquistou dois campeonatos estaduais.
Em 2002, o Operário de Várzea Grande voltou a ocupar o seu lugar, tirando a criação estratégica de cena. O time chegou com todo gás e venceu o estadual no mesmo ano, mas os problemas financeiros não cessaram, o que levou ao apelo dos jogadores para com a torcida. Logo, os seguidores organizaram uma feijoada e transferiram o lucro para o time, que também recebeu dinheiro de um novo patrocinador, a rede Postos América.
Infelizmente, a fase não foi superada e o tricolor recorreu à velha estratégia novamente, desta vez, com a criação do Operário Futebol Clube.
Em 2009, o time pretendia voltar a ativa, contudo, dessa vez o seu novo clone não se mostrou disposto a desmembrar-se, tampouco a fundir-se. Em 2013, o original voltou às disputas e a semelhança dos dois times causou confusão no torneio. Assim, o Várzea Grande entrou na justiça e a cópia optou por reinventar-se, surgindo como Flamengo de Mato Grosso.
O time teve algumas participações no campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil.

Direitos Autorais

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